Permanentemente recebemos solicitações do mundo externo e, eventualmente, podemos nos voltar para essas demandas com tanta intensidade que deixamos de cuidar de nós mesmos.
Atualmente a psicologia é um recurso que pode nos ajudar a retomarmos o controle sobre nosso caminho (e por que não dizer, nosso “destino”).
Como disse Herman Hesse “a vida é um caminho em direção a si mesmo” e, se você está buscando ampliar o seu “eu”, e retomar as rédeas da condução do seu caminho, oferecemos:

Psicoterapia Individual

Psicoterapia de Casal

Psicoterapia da Relação Familiar

Orientação de Pais

Tratamento de Disfunções Sexuais de Origem Psíquicas

Atendimento Emergencial (Crises Agudas)

"Por quê Vinculum"?

Não é exagero dizer que cada pessoa se define pelos vínculos que estabelece com coisas e pessoas. Nos relacionamos o tempo todo mesmo que não troquemos uma só palavra com alguém. A busca de um vínculo mais intenso, nos leva a uma relação afetivo-sexual que, desejamos, seja amorosa. Nem sempre nossas relações são satisfatórias e isso acontece não só em função de “com quem” nos relacionamos e sim “como” nos relacionamos, isto é, a qualidade de nossos vínculos, a consistência, nutriência, “força”. A qualidade com que nos relacionamos definirá então como será nossa expressão no mundo externo: nossa realização, o que seremos capazes de construir, produzir, fazer acontecer. Podemos tomar consciência, em algum momento, que não estamos alcançando os resultados que gostaríamos, sem saber bem o porquê. Talvez seja esse o momento de fazer mudanças e podemos buscar, para isso, a psicoterapia individual, da família ou de casal. O que normalmente chamamos de Terapia de Casal, pode abranger diferentes procedimentos como:

  • Orientação e Aconselhamento: um procedimento rápido (4 ou 5 sessões) diante de questões específicas que podem estar dificultando o relacionamento.
  • Terapia Focal: um procedimento de curto prazo (2 a 4 meses – veja os Depoimentos ) que visa restabelecer um relacionamento abalado por uma crise aguda. Diante de crise aguda pode ser necessário:
    • mais de uma sessão por semana (há redução do valor da sessão)
    • sessões em separado (por curto período, até que o diálogo produtivo seja restabelecido)
    • sessões com dois psicoterapeutas (masculino e feminino – com valor adicional no custo da sessão)
  • Psicoterapia da Relação: O processo psicoterapêutico padrão de médio/longo prazos (mínimo 6 meses), utilizado principalmente em relações desgastadas seja por processos de longo prazo (deterioração) ou alterações significativas não incorporadas por ambos os cônjuges (filhos, vida profissional e outras mudanças significativas.

Se você não expressar suas emoções positivas, estará mais propenso a expressar as negativas.
Sim, o casamento é um contrato e precisa atender a alguns requisitos objetivos. Há mesmo pessoas defendendo a importância de se manter a individualidade. Claro que sim, mas precisamos entender que há o componente emocional e é este que, na maioria das vezes, acaba por gerar os maiores desconfortos e mesmo definir uma separação.
Há uma pequena parte das uniões que se dão principalmente por interesses objetivos, porém a maioria é definida pelo envolvimento emocional. Ocorre que, na sociedade moderna, desconfiamos das emoções e é comum que a intimidade e o contato emocional direto entre o casal vá se reduzindo e o relacinamento se torne burocrático ou mesmo hostil. Considere como está seu relacionamento afetivo segundo os indicadores abaixo:

1 – Vocês andam de mãos dadas?
Mãos dadas, no ombro, braços dados indicam o quanto de contato vocês buscam e querem. É comum andarem “juntos”?
Desejam estarem juntos?

2 – Vocês se olham nos olhos?
Olhar nos olhos é quase uma necessidade no namoro. Dizem que “os olhos são o espelho da alma”; sei que olhar nos olhos facilita o contato emocional e a troca de emoções, além de que “sentir” o outro nos permite entendê-lo melhor. Um casal deve olhar-se nos olhos com muita frequência.

3 – Há beijos “apaixonados”? Com que frequência?
O beijo “cinematográfico” é comum no namoro mas tende a se espaçar ou mesmo desaparecer na medida em que um casal se afasta emocionalmente. O beijo é um “idioma” e um casal troca informações através dele.

4 – Divertem-se juntos?
Pessoas que defendem a individualidade brigam por “espaço”, “independência”. Sim, os componentes de um casal guardam sua individualidade e independência, mas se isso significa que ficam aborrecidos quando estão juntos, que só conseguem se divertir com outras pessoas…

5 – Com que frequência trocam carinho/carícias?
O afeto pressupõe dedicação, cuidado e carinho que, em determinadas circunstâncias avançam para carícias. Quando não se pratica mais o contato emocional, o carinho torna-se mesmo difícil de ser praticado.

6 – Vocês namoram?
Não estou falando de sexo e sim de namorar: ficar juntos, olharem-se, trocarem carinho, reafirmarem que estão juntos porque querem. Uma união normalmente começa com o namoro, mas é comum que ele acabe com o casamento. Isso não pode acontecer.

7 – Você se sente amada(o)? Seu par faz você se sentir amada(o)?
A principal “tarefa” do componente de um casal é fazer com que seu par se sinta amado. Foi esse o fator principal que os levou a ficarem juntos. Ao eliminar esse sentimento a relação deteriora. Não há outro motivo que leve um casal a ficar junto além de “sentir” que é amado.

8 – Em um casal deve haver a troca emocional.
Em todos os itens anteriores você deve ter notado o ponto comum: a troca emocional. É comum que, com a convivência, os casais abandonem o contato emocional. Isso é fatal para a qualidade do relacionamento.

Laços e Nós

Livro: “Laços e Nós” – A Construção de um Relacionamento de Alta Qualidade

É o meu 10º livro, lançado em 2015. Como diz o título, ele fala de nós, de nossas emoções, valores e projetos e também dos laços que vamos estabelecendo ao longo da vida e, eventualmente, com alguns nós. O subtítulo confessa que o objetivo é “construir um relacionamento de qualidade elevada”.

Veja o que o jornal “O Estado de Minas” publicou sobre o livro.
Veja os comentários do Blog “Tempo de Mulher”, de Ana Paula Padrão, sobre este livro

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