I – Reciclando a Qualidade do Vínculo

 

Objetivo: Rever a forma, intensidade, profundidade, consistência dos vínculos afetivos, enfocando primordialmente a relação conjugal.

 

A quem se destina: Pessoas que se encontram em um relacionamento afetivo-sexual que pretende ser duradouro.

Alguns dos temas abordados:

- Vínculos formais e informais; explícitos e implícitos; sociais, racionais, emocionais.

- Qualidade do vínculo emocional; origem, importância, influência racional.

- Desejos inconscientes e objetivos conscientes.

- Usando a razão consciente para alterar vínculos de má qualidade.

 

- Caso ambos os cônjuges queiram participar, ficarão em grupos distintos.

 

 

Composição: Grupos de 4 ou 5 participantes.

 

Duração e periodicidade: Cerca de dois meses: 8 sessões, uma por semana, com 1:30 h. de duração.

 

Preço: R$ 75,00 por sessão, pagos da seguinte forma: R$ 300,00 na inscrição e R$ 300,00 em 30 dias.

 

 

Solicite mais informações: (11) 9544 0028 ou This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it

 

Sobre os programas de desenvolvimento:

Aprendemos na mais tenra infância e “criamos” uma forma nossa – única – de estabelecer vínculos com pessoas e coisas.

Naturalmente podemos aperfeiçoar a qualidade dos nossos vínculos com nossas vivências posteriores, mas a “matriz” será aquela básica inicial.

A qualidade, intensidade, profundidade, consistência dos vínculos que estabelecemos acabam definindo nossa qualidade de vida, pois toda a nossa vida está ancorada em nossas relações.

No campo afetivo, ao estabelecermos um relacionamento afetivo-sexual que busque ser duradouro, essa “qualidade do vínculo” exerce influência bem definida e muito abrangente.

Ao tomarmos consciência de que nosso relacionamento nos “atrapalha” tentamos:

a)     – culpar o outro – é o “outro” quem nos atrapalha

b)     – culpar a nós mesmos, por “erros” cometidos

c)      – buscar o que está dando errado e aperfeiçoar

Os programas abaixo têm como objetivo atender a pessoas que não estão disponíveis para um processo psicoterapêutico, mas se encontram no nível de consciência “c” das alternativas acima. Oferecem uma forma estruturada para aperfeiçoar relações: identificar pontos que não são produtivos e aprimorá-los.

 

Estas atividades não são processos psicoterapêuticos e sim programas que acontecem em curto espaço de tempo, ampliando o horizonte dentro do tema e gerando alternativas de melhoria. São instrumentos auxiliares no desenvolvimento de um relacionamento.