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IV – Entendendo Pais e V – Entendendo Filhos
A quem se destina: IV- pessoas de 16 a 24 anos. (Contato com pais/responsáveis é pré-requisito para a participação de menores). V – pais com filhos de qualquer idade, agrupados por faixa etária dos filhos.
“Meus pais não me entendem” e “Não consigo falar com meu filho” exemplificam bem a dificuldade de comunicação entre pais e filhos. Este programa busca reduzir essa dificuldade tratando das questões básicas, como por exemplo: - História e “status” de cada um. - Os diferentes ângulos de visão. - As necessidades individuais. - Vínculos: alicerce e consistência. - “Regras” da casa. - Construindo o futuro.
Composição: Grupos de 4 ou 5 participantes.
Duração e periodicidade: Cerca de dois meses: 8 sessões, uma por semana, com 1:30 h. de duração.
Preço: R$ 75,00 por sessão, pagos da seguinte forma: R$ 300,00 na inscrição e R$ 300,00 em 30 dias.
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Sobre os programas de desenvolvimento: Aprendemos na mais tenra infância e “criamos” uma forma nossa – única – de estabelecer vínculos com pessoas e coisas. Naturalmente podemos aperfeiçoar a qualidade dos nossos vínculos com nossas vivências posteriores, mas a “matriz” será aquela básica inicial. A qualidade, intensidade, profundidade, consistência dos vínculos que estabelecemos acabam definindo nossa qualidade de vida, pois toda a nossa vida está ancorada em nossas relações. No campo afetivo, ao estabelecermos um relacionamento afetivo-sexual que busque ser duradouro, essa “qualidade do vínculo” exerce influência bem definida e muito abrangente. Ao tomarmos consciência de que nosso relacionamento nos “atrapalha” tentamos: a) – culpar o outro – é o “outro” quem nos atrapalha b) – culpar a nós mesmos, por “erros” cometidos c) – buscar o que está dando errado e aperfeiçoar Os programas abaixo têm como objetivo atender a pessoas que não estão disponíveis para um processo psicoterapêutico, mas se encontram no nível de consciência “c” das alternativas acima. Oferecem uma forma estruturada para aperfeiçoar relações: identificar pontos que não são produtivos e aprimorá-los.
Estas atividades não são processos psicoterapêuticos e sim programas que acontecem em curto espaço de tempo, ampliando o horizonte dentro do tema e gerando alternativas de melhoria. São instrumentos auxiliares no desenvolvimento de um relacionamento. |