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II – O Universo Feminino e III – O Universo Masculino
A piada masculina: “Homens são de marte e mulheres são “de lua”, aponta para os diferentes idiomas quase exclusivos do universo feminino e do universo masculino. Alguns dos textos deste “site” tratam das dificuldades de relacionamento originadas nas diferenças entre os gêneros. Para algumas pessoas essas diferenças não incomodam, a maioria encontra dificuldades em um ou outro aspecto dessas diferenças. Algumas vêem essas diferenças como barreiras intransponíveis. Estes programas têm como objetivo desvendar o “idioma” utilizado pelo gênero oposto, reduzindo as dificuldades de comunicação e relacionamento. O programa “universo feminino” é dirigido para homens e “universo feminino” é exclusivo para mulheres. Alguns temas abordados: - As diferenças genéticas e sociais. - O ambiente social atual e o gêneros. - “Idiomas” específicos. - Igualdade ou diversidade? - Um ou Dois? - “Com”viver.
Composição: Grupos de 4 ou 5 participantes.
Duração e periodicidade: Cerca de dois meses: 8 sessões, uma por semana, com 1:30 h. de duração.
Preço: R$ 75,00 por sessão, pagos da seguinte forma: R$ 300,00 na inscrição e R$ 300,00 em 30 dias.
Solicite mais informações: (11) 9544 0028 ou This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it Sobre os programas de desenvolvimento:
Aprendemos na mais tenra infância e “criamos” uma forma nossa – única – de estabelecer vínculos com pessoas e coisas. Naturalmente podemos aperfeiçoar a qualidade dos nossos vínculos com nossas vivências posteriores, mas a “matriz” será aquela básica inicial. A qualidade, intensidade, profundidade, consistência dos vínculos que estabelecemos acabam definindo nossa qualidade de vida, pois toda a nossa vida está ancorada em nossas relações. No campo afetivo, ao estabelecermos um relacionamento afetivo-sexual que busque ser duradouro, essa “qualidade do vínculo” exerce influência bem definida e muito abrangente. Ao tomarmos consciência de que nosso relacionamento nos “atrapalha” tentamos: a) – culpar o outro – é o “outro” quem nos atrapalha b) – culpar a nós mesmos, por “erros” cometidos c) – buscar o que está dando errado e aperfeiçoar Os programas abaixo têm como objetivo atender a pessoas que não estão disponíveis para um processo psicoterapêutico, mas se encontram no nível de consciência “c” das alternativas acima. Oferecem uma forma estruturada para aperfeiçoar relações: identificar pontos que não são produtivos e aprimorá-los. Estas atividades não são processos psicoterapêuticos e sim programas que acontecem em curto espaço de tempo, ampliando o horizonte dentro do tema e gerando alternativas de melhoria. São instrumentos auxiliares no desenvolvimento de um relacionamento.
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