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| Masturbação |
| Written by Carlos Messa | |||
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Não é “errado” masturbar-se e certo também não, pois a masturbação em si é apenas o ato de desvencilhar-se do anseio pelo sexo, sem que haja o envolvimento emocional do encontro amoroso. Dessa forma pressupõe-se que a masturbação é freqüente e “aceitável” quando da inexistência de um parceiro, atendendo necessidades físicas. E quando existe um parceiro? São freqüentes as queixas de que o parceiro prefere a masturbação ao sexo a dois. Por que isso ocorre?
3 – Quando há o sentimento de que o sexo é usado pelo outro como moeda de troca, este pode ser evitado para que não ocorra o crescimento do “débito”. 4 – Quando o sexo a dois não atende aos desejos de “encontro”, leveza, jogo lúdico, etc. e não há diálogo sobre a insatisfação. 5 – Como forma de punição ao não atender as necessidades do(a) parceiro(a). Alguns casais usam a masturbação mútua como jogo sexual que ocorre periodicamente entremeada por outras formas de troca sexual, muitas vezes buscando evitar a “rotina”. Nessa forma, a masturbação inclui um “encontro” com o outro e pode apresentar um atendimento de necessidades emocionais em bom nível, não se equiparando ao ato solitário. Mesmo tendo uma vida conjugal, algumas pessoas praticam a masturbação solitária e podem justificar dizendo: - “Eu gosto”. Essa é uma resposta insatisfatória por ser mistificadora. Não há nada de errado em gostar da satisfação proporcionada pela masturbação; a questão que permanece não respondida é o porquê de não haver uma definida preferência por um mais amplo e intenso encontro amoroso com o(a) companheiro(a).
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