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1 – O relacionamento do casal está ruim.
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Certamente você se beneficiará da terapia de casal, mas isso não indica que o problema está restrito ao relacionamento.
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2 – A maioria dos seus relacionamentos estão ruins (e são poucos, superficiais, etc.).
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A terapia de casais pode ajudá-la(o), mas é provável que a terapia individual inicial a(o) ajude em boa parte dos problemas e, depois, a psicoterapia conjugal amplie os resultados especificamente no relacionamento do casal.
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3 – Você tem muitas queixas do seu par e “sabe” que é ele que precisa mudar.
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É provável que você tenha razão na maioria das queixas, mas pode surpreender-se ao descobrir o quanto você é parte das atitudes que você condena. A terapia de casal pode contribuir muito.
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4 – Você não aguenta alguma atitude do seu par e “estoura”.
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Isto é muito comum e também difícil de ser aceito: certamente seu par pode estar agindo erroneamente e você certamente está agindo erroneamente também! É o caso mais típico onde os resultados da terapia de casal são excelentes.
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5 – Você “estoura” e depois se arrepende.
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Talvez a psicoterapia individual possa oferecer resultados mais rápidos inicialmente. Questões individuais afloram.
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6 – Você “estoura” e não se arrepende. Seu par sugere terapia de casal.
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As possibilidades são muitas, porém o mais frequente é que você se beneficiará mais de uma terapia individual inicialmente, e em seguida a psicoterapia de casal. A terapia de casal nesses casos pode representar a “porta de entrada' para o tratamento individual.
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7 – Você e seu par “estouram” e ambos se arrependem depois.
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A psicoterapia de casal é importante nesses casos. Esse é um jogo perigoso e frequentemente progressivo!
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8 - Traição
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A terapia de casal pode ser fundamental inicialmente e provavelmente pode gerar, na sequencia, a terapia individual.
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9 – Você se sente traída(o), injustiçada(o). Dá mais do que recebe.
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A terapia de casal é o procedimento mais indicado inicialmente, por permitir o exercício da expressão dos sentimentos.
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10 – O relacionamento está “sem graça” e parece que você se “cansou” dele.
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É provável que a terapia individual seja recomendável inicialmente. Pode haver problemas no relacionamento que sejam superados na terapia de casal, porém a análise individual tende a solucionar uma grande parte desses casos.
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11 – Vocês “nunca” brigam... mas não há mais intimidade.
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Também uma questão típica que frequentemente indica a psicoterapia de casal. Comumente é chamada de “desgaste” da relação.
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12 – Vocês “quase nunca” brigam mas com o mundo externo há uma grande irritação e explosividade.
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Tende a ocorrer também, frequentemente, somatizações como, por exemplo, gastrite. É sim uma questão individual, mas que pode alcançar os resultados mais rápidos se iniciar com a terapia do relacionamento.
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13 – Você (o homem, mais frequentemente) tem motivos racionais para separar-se e pensa, por exemplo: “eles estariam melhor sem mim”.
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A terapia individual (breve) talvez seja a melhor indicação desde que a separação não esteja ainda em pauta. A terapia de casal será necessária na sequência.
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14 – Você trata melhor as pessoas com as quais tem relações apenas formais ou superficiais (colegas).
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A psicoterapia individual (breve) pode oferecer os melhores resultados, porém é preciso considerar que nem sempre há consciência de que isso está ocorrendo e, por isso a tendência é que o casal busque a terapia de casais.
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15 – Além do problema no relacionamento há outros sintomas (depressão, ansiedade, pânico, taquicardia, hipertensão, TPM intensificada, gastrite e outras somatizações.
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Nos casos de problemas específicos diagnosticados, somatizações diversas, gostemos ou não, é recomendado iniciar pela psicoterapia individual. Mesmo que a origem esteja no relacionamento, a questão tomou tal vulto que a prioridade passou a ser o indivíduo e não a relação.
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